O minarete fica dourado e o Atlântico bate na esplanada de mármore.
Casablanca
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Destaques
5 paragens · cerca de 3 h 52 · áudio-guia
Fotos
Fotos: Wikimedia Commons (com o nome de cada autor) e Google.
Casablanca: o seu roteiro
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Incluído: o roteiro completo, o áudio-guia em 12 idiomas e as ferramentas de viagem. Não incluído: entradas em museus e monumentos e bilhetes de transporte.
💡 Bom saber em Casablanca
Dicas práticas antes de sair.
Deixe a bagagem no depósito do aeroporto ou num guarda-bagagem parceiro da rota (marcado com ★). Leve só o essencial e o passaporte.
Fora do roaming da UE: compre um eSIM antes de viajar ou um cartão pré-pago numa loja oficial da operadora (leve o passaporte).
Dirham (MAD) em dinheiro para souks, petits taxis e bancas; cartão nos riads e restaurantes maiores. Exija o taxímetro no petit taxi.
Gorjeta de 10% nos restaurantes e umas moedas a guias, arrumadores e a quem posa para fotos. Regateie nos souks: comece em metade do preço.
Beba água engarrafada ou filtrada e evite gelo de origem duvidosa; confirme que a garrafa vem selada.
Use táxis de app ou do hotel, guarde o telemóvel na rua e evite andar a pé depois do anoitecer em zonas vazias. Atenção a esticões de telemóvel por motociclistas no centro.
Tomadas tipo C/E, 220 V.
Casas de banho em centros comerciais, museus e cafés; nalgumas públicas paga-se pouco e o papel vai no cesto, não na sanita.
Ombros e joelhos cobertos na medina e nos monumentos; os não muçulmanos não entram nas mesquitas, exceto onde há visitas (Hassan II).
ⓘ Informação prática compilada de fontes oficiais e públicas em outubro de 2026. Ainda não foi confirmada no local nesta cidade — se algo mudou, use “Reportar um problema”.
Segurança em Casablanca
Números de emergência, burlas comuns e como pedir ajuda. Grátis para todos.
Hospital e farmácia são procurados à volta do centro da cidade — partilhe a localização para resultados perto de si.
Procure: Pharmacie · صيدلية
Au secours ! J'ai besoin d'aide. Appelez la police ou une ambulance, s'il vous plaît.
Roubo de telemóvel
Ladrões de bicicleta ou trotinete arrancam o telemóvel da mão. Afaste-se da beira do passeio quando usar o mapa.
Carteiristas
Elétricos, metro e filas cheios são o local de trabalho deles. Mala à frente e fechada; telemóvel nunca no bolso de trás.
Táxis
Use praças de táxi oficiais ou apps com preço fixo. Recuse boleias oferecidas dentro da zona de chegadas do aeroporto.
Guias simpáticos
Um desconhecido prestável oferece-se para mostrar a zona e acaba numa loja de tapetes ou recordações. Um não educado chega.
Depois de escurecer
Fique em ruas movimentadas e iluminadas e use táxi ou app (Uber, Bolt) para trajetos mais longos à noite. Não mostre o telemóvel nem joias em zonas vazias.
Medina antiga · Casa Voyageurs · Elétrico T1
Medina antiga · Zona do porto
Guarde uma foto do passaporte no telemóvel, leve só um cartão e algum dinheiro, e prefira ruas movimentadas e iluminadas.
ⓘ Informação prática compilada de fontes oficiais e públicas em outubro de 2026. Ainda não foi confirmada no local nesta cidade — se algo mudou, use “Reportar um problema”.
Informação geral. Em perigo, ligue já para o 19. · Casablanca
Tudo em Casablanca
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🆕 Hoje em Casablanca
sexta-feira, 23 de outubro · atualizado automaticamente todos os dias
Experiências em Casablanca
Momentos, diversão e eventos, escolhidos para si.
O bar inspirado no filme «Casablanca», com piano ao vivo, junto à medina.
Escolha o peixe nas bancas e coma-o grelhado nos restaurantes ao lado.
Cornos de gazela e chebakia na pastelaria Bennis, com chá de hortelã.
Corredores, surfistas e cafés de praia de Ain Diab ao entardecer.
🏛️ História e cultura de Casablanca
Como nasceu a cidade, em poucos minutos de leitura.
Casablanca, Casabranca ou Casa Branca (em árabe: الدار البيضاء; romaniz.: ad-Dār al-Bayḍā’, que significa Casa Branca em português) é a maior cidade de Marrocos, na costa atlântica do país, e uma das maiores do Norte de África. A população estimada em 2022 era de 3,84 milhões habitantes (densidade: 10 000 hab./km²). É o maior porto e o maior centro industrial e comercial de Marrocos.
A cidade possui uma praça principal, da qual irradiam diversas avenidas. Na generalidade, os edifícios constituem uma versão francesa da arquitectura árabe-andaluza, brancos com linhas simples, sendo de especial interesse a área da Praça das Nações Unidas, onde se localizam as maiores infraestruturas.
Foi muito destruída pelo sismo de 1755. Nessa época instalaram-se na cidade muitos mercadores espanhóis passando Casa Branca a ser conhecida como Casablanca.
Ler a história completa
A área que hoje Casablanca ocupa foi colonizada pelos berberes, por volta do século X a.C. Foi utilizada como porto pelos fenícios e depois pelos romanos. Um pequeno reino independente, na zona com o nome de Anfa, surgiu na zona em resposta aos árabes muçulmanos, e continuou a existir até à sua conquista pelos Almorávidas em 1068.
Durante o século XIV, sob os Merínidas, a cidade aumentou em importância como porto e, no início do século XV, tornou-se novamente independente. Surgiu como um porto seguro para os piratas, o que conduziu a ataques por parte dos portugueses, que a nomeavam Anafé, e que destruíram a cidade em 1468, sob o comando do Infante Dom Fernando, irmão de El-Rei Dom Afonso V.
Em 1515, D. Manuel pretendeu conquistar a cidade, após edificar uma fortaleza em Mamora. A fortaleza chegou a ser iniciada, mas o Desastre de Mamora colocou fim a este intento, assim como à projetada conquista de Anafé.
O núcleo urbano foi reconstruído pelo sultão de Marrocos a partir de 1757, após a destruição causada pelo terramoto de 1755.
Anfa é hoje o nome um bairro a oeste no centro da cidade. A cidade e a medina de Casablanca como hoje existe foram fundadas em 1770 pelo sultão Maomé ibne Abedalá (1756-1790), neto de Mulei Ismail. A cidade tinha o nome de Dar el Beida (que significa "Casa Branca" em árabe) e Casa Blanca em castelhano.
No século XIX Casablanca tornou-se um dos principais fornecedores de lã para a indústria têxtil, então em expansão na Grã-Bretanha, e beneficiou do aumento do tráfego marítimo (os britânicos, em contrapartida, começaram a importar a agora famosa bebida nacional do Marrocos, o chá pólvora). Por volta de 1860 tinha cerca de 5 000 habitantes. A população cresceu para cerca de 10 000 no final da década de 1880. Casablanca manteve uma dimensão do porto algo modesta, com a população a atingir cerca de 12 000 poucos anos após a conquista francesa e a chegada de colonos franceses, inicialmente administradores dentro de um sultanato soberano, em 1906. Até 1921 deu-se o grande aumento para 110 000 habitantes em grande parte através do desenvolvimento de bairros de lata.
💬 O que dizem os viajantes sobre Casablanca
Dicas, experiências e perguntas de quem já lá esteve.